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maio 13, 2012

Mulheres: não usem!

É sério, gente... Eu sei que é confortável e tudo mais... Mas alguém precisa dizer às mulheres que sapatos desse tipo são HORRÍVEIS! Deixam todas com pé de pato! E tem designer que piora, colocando uns lações ou florzonas na parte da frente. Até eu, que sou gay, acho brochante...

Não consigo imaginar nada tão feio que tenha entrado e ficado em moda... Talvez alguns modelos daquelas botas inspiradas em Roma rs.

Escolham as suas cores...

Museu da Língua Portuguesa

Já foram ao Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo? É minha dica de passeio... Dá para pesquisar palavras relevantes de nosso idioma, hehehe...

Jordan Burger: para quem curte homem alto!

Não sou muito ligado em jogadores de basquete, mas esse catarinense de 2,03 m de altura e 21 anos (nasceu em 4 de março) não é uma gracinha? Ou seria "graçona". Afinal, que altura é essa?! rsrs: Para quem quiser saber mais, uma notícia algo antiga, mas que traz detalhes do muso: http://esporte.uol.com.br/basquete/ultimas-noticias/2012/03/09/jordan-brasileiro-aposta-em-criatividade-para-igualar-xara-no-torneio-de-enterradas.htm.

Júnior Lima rulez!

Júnior Lima não tá uma "grachinha"?



março 5, 2012

Okê arô, Oxóssi.. Baba Odé...

Eu joguei búzios com uma mãe-de-santo do candomblé... Saiu Oxóssi, mas, na época, ela disse que eu estava muito ansioso para saber e minha energia atrapalhou um pouco o jogo... Por isso, seria necessário confirmar depois. É o que pretendo fazer, vou recontatá-la... Mas, a julgar por todas as características e do que andei conversando com o Douglas Diniz, parece que o jogo acertou na primeira vez mesmo...

Revenge gay!!

Assisti a um episódio de "Revenge", série da qual me tornei fã, e eis o que vejo: um arco temático gay... Envolvendo um "gay hustler" (prostituto?) e um rapaz rico "não totalmente heterossexual". Incrível a naturalidade com que as séries norte-americanas trabalham a questão da homossexualidade, até mesmo quando ela está na chave da vilania, e, nas novelas brasileiras, o Brasil "não está preparado" para ver nenhum beijo...

Onde você acha que não tem pornô...

E a dica de hoje é o site Dafiti. É um site para comprar roupas, bolsas, acessórios, sungas... E por que é a dica? Porque todos os produtos são ilustrados por modelos saradinhos (no caso masculino) e você pode usar o mouse over para dar um checks de pertinho nas barrigas, coxas e panturrilhas... Porque até em site de compras, é possível encontrar um uso pornô rs

Para a França: Hollande!

Vamos fazer uma corrente de força e oração para nossos irmãos gays franceses? Contra Nicolas Sarkozy e suas recentes declarações anticasamento gay e antiadoção por casais gays, François Hollande, socialista pró-matrimônio homossexual, que, indicam as pesquisas, deve ganhar. Que Sarkozy saia da Presidência e permita que venha a evolução: http://www.terrafemina.com/societe/labo-didee/articles/4818-francois-hollande-favorable-au-mariage-gay.html

Por que Claudia Leitte, e não Edmundo? Afinal, que querem os gays?

Reprodução

Como ativista e jornalista LGBT, continuo considerando que a escolha de Claudia Leitte para madrinha da Parada Gay de Salvador é um equívoco. Das três, uma: ou o GGB (Grupo Gay da Bahia) tomou um chá alucinógeno, ou a diretoria é formada por fãs da loira - fãs daquele tipo que "tudo desculpa" em relação a seu ídolo -, ou criou um factoide para causar comoção e tão-somente divulgar a Parada. Torço para que seja a última hipótese.

Em entrevista a Léo Áquilla para o TV Fama, em 2008, para quem não se lembra, Leitte disse que "adora os homossexuais", mas preferia que seu filho "fosse macho". Ato contínuo, foi secundada pelo marido, que declarou que o filho seria "bem-criado". O curioso? Ainda tem gente - gays, inclusive - que não acha que a declaração foi infeliz!

Resta, porém, a pergunta: afinal, o que queriam os gays? Que ela dissesse que preferia ter um filho gay? E, diriam outros, não seria uma "discriminação" contra heterossexuais se ela assim o dissesse?

A resposta é não... Os gays não queriam que ela dissesse que preferia ter um filho homossexual. O que os gays queriam, e ainda querem, é ser amados por seus pais independentemente de sua orientação sexual. O que os gays queriam, e ainda querem, é que sua orientação sexual não seja, por si só, um elemento que cause decepção a seus pais, até o ponto que os pais gostariam que eles fossem de outro jeito, como se ser gay fosse, por si só, um "defeito".

Devo dizer que não me importa se Leitte é ou não homofóbica na sua vida particular, na sua vida profissional, na relação com seu staff ou com seus fãs nos shows, nem mesmo se seu bloco no Carnaval é aquele onde gays mais beijam ou não. Inclusive, considero ser impossível determinar que ela seja homofóbica ou não apenas por uma declaração que, de toda forma, pode ter sido totalmente espontânea e, quem sabe, até impensada.

O que importa, e aí já como profissional da comunicação social, é que sua declaração reforçou, simbolicamente, o machismo e a homofobia que tantos dissabores causam a gays já no seio da família. Somente quem é homossexual, travesti ou transexual sabe o sofrimento e as crises que nos são infligidos, ainda em tenra idade, por pais que "preferiam ter um filho macho" - e pelo medo de que eles descubram que somos homossexuais.

Somente quem é homossexual, travesti ou transexual sabe também que essa preferência quase nunca é tão-somente uma preocupação genuína dos pais ou das mães quanto ao fato de seus filhos sofrerem ou não preconceito por parte de terceiros, argumento que Luiz Mott, por sinal, tem usado para defender a escolha de Claudia Leitte por parte do GGB, mas a manifestação de um valor social inegavelmente de matriz homofóbica que os irmana a outros que veem a homossexualidade com desconforto e/ou algo indesejável... Como, enfim, algo indigno, um elemento passível de causar decepção.

Se Claudia Leitte tivesse respondido, frente à pergunta de Léo Áquilla, que se tivesse um filho gay, isso não importaria: ela o amaria de qualquer jeito, seria um exemplo e um modelo para tantos gays e seus pais, além de mostrar que existem pais e mães esclarecidos que, pelo amor, ultrapassam a barreira cultural imposta pela homofobia e amam seus filhos independentemente do que são - e não pais que amam com um "mas". Era isso, repito, que os gays queriam.

Ao não fazer isso, Claudia se irmanou aos pais do "mas": ama o filho, "mas" gostaria que ele fosse de outro jeito. Ama o filho, "mas" gostaria que ele fosse macho - e, muito provavelmente, não por simples preocupação com o filho, mas pelo conforto que isso traria para a própria Leitte, uma vez que sabemos que, mesmo quando o filho é patentemente feliz com sua homossexualidade, os pais do "mas" ainda preferiam que ele "fosse macho" e se casasse com uma mulher.

Exemplo muito diferente deu o ex-jogador e comentarista Edmundo (http://www.mundomais.com.br/exibemateria2.php?idmateria=2041), que declarou amar incondicionalmente seu filho, independentemente de sua condição sexual, uma mensagem, aí sim, muito mais condizente com o que queremos transmitir a nossos pais, ainda que Claudia Leitte tenha evoluído em suas opiniões, do que, de minha parte, até o momento, não vi qualquer sinal.

Portanto, não se trata, como se vê, de "rancor", como porta-vozes do GGB têm dito sobre nós outros, que discordamos da escolha da loira para madrinha. Trata-se da mensagem que estamos transmitindo à sociedade... Ou vamos fingir não é possível ver um Silas Malafaia fazer uso de todo esse imbróglio, a fim de argumentar que "nem os gays" querem ter filhos gays e usando a declaração de Claudia Leitte como "prova" de que a homossexualidade é algo sempre indesejável, até por parte daqueles que têm inúmeros fãs na comunidade homossexual?

Fica, portanto, a pergunta ao GGB... Por que optar pela madrinha do "eu amo, mas", e não pelo padrinho do amor incondicional? Por que optar por alguém que adora os homossexuais, desde que não sejam de sua família ou seus filhos, em vez de alguém que aprendeu a amar incondicionalmente, para além das diferenças sexuais? Por que Claudia Leitte, e não Edmundo?

Matt Bomer, ula-lá!

Sabem o Matt Bomer, ator de White Collar, que se assumiu gay? Já deram uma olhada no tanquinho do moço de olhos azuis?

Reprodução

Os banheiros e o apartheid brasileiro

Reprodução/© A Capa

A cada vez maior interferência evangélico-fundamentalista na política brasileira e a subserviência do governo Dilma, de olho em seus votos, têm produzido "pérolas" do retrocesso no Brasil. Indiferentes às verdadeiras demandas da população brasileira, os fundamentalistas evangélicos elegeram os LGBTs como bodes expiatórios para todos os males e têm se concentrado em apresentar projetos para nos manter na condição de subcidadãos.

Tentativas de sustar a decisão do STF quanto às uniões homoafetivas são apenas a ponta do iceberg. Ecoando uma nefasta ação proposta pelo Ministério Público do RJ, eles também desejam cancelar a resolução do Conselho Federal de Psicologia que impede que psicólogos ofereçam "cura" para a homossexualidade – autoria do tucano João Campos (PSDB/GO) – e querem nos segregar até nos banheiros!

Escolas de samba já "ofereceram" a novidade no passado, e agora a Escola Estadual Vicente Rijo, em Londrina/PR, criou um banheiro de uso exclusivo para alunos gays, em vez de combater a homofobia de seus outros alunos.

Em SP, Carlos Apolinário (DEM), que já tentou criar o Dia do Orgulho Hétero na cidade, quer seguir o exemplo dos londrinenses. Propostas ridículas, que não atacam o cerne da questão e pretendem nos condenar à existência perene nos guetos, no que nos lembra um verdadeiro apartheid. É esse o futuro do Brasil?

João Marinho

(editorial da Sex Boys 93)

fevereiro 27, 2012

Entrei na moda do Facebook: como sou/como me veem

Será que alguém pode me esclarecer o mistério da imagem? rsrsrsrs

fevereiro 25, 2012

E se ser gay fosse uma escolha?

Você é gay? Se sim, escolheu ser gay? Penso que, como eu, a resposta é "não escolhi" - mas fica a pergunta: e se ser gay fosse uma escolha, isso, por acaso, "justificaria" a homofobia?

Há algo que me soa inegável: o direito que temos sobre nossos corpos, sobre a gerência de nossa afetividade, sobre o nosso sexo, sobre o nosso prazer... É soberano!

É preciso tomar cuidado com este discurso, que pode facilmente se tornar vitimista, de que "ah, eu não escolhi ser assim, então, me respeite (= tenha dó de mim), 'porque, se pudesse, eu seria outra coisa'".

MESMO que ser gay fosse uma escolha, não caberia a terceiros julgar você por isso e nem disparar preconceitos em cima disso. Seu corpo, seu prazer, seu sentimento... São seus!

Então, mesmo que eu, de livre e espontânea vontade, escolhesse ser gay, AINDA ASSIM, haveria de ser respeitado nas escolhas que fiz sobre minha vida particular.

Dessa forma, eu digo, como na minha miniautobiografia: eu não escolhi ser gay, mas eu escolheria... E se escolhesse, ainda deveria ser respeitado, sim, senhor: http://www.joaomarinho.jor.br/blog/2012/01/nao_e_facil_ser_gay_mas_eu_ain.html

fevereiro 22, 2012

Viva o Carnaval gay RJ e SP!

Comissão de frente, São Clemente 2012, © G1/Reprodução

A Império da Casa Verde, em SP, deu um péssimo exemplo, e a Gaviões da Fiel... Já não está provado que futebol e Carnaval não se misturam? Não devia essa escola ser banida para sempre do desfile paulistano? Não tem UM ANO em que não cause confusão, não brigue, não deprede..

No entanto, ganhou a Mocidade Alegre, merecidamente, e repasso a notícia por ser esta uma das escolas mais gay-friendly de São Paulo, razão pela qual penso que os LGBTs devem se alegrar com a vitória.

http://carnaval.uol.com.br/2012/noticias/redacao/2012/02/21/confusao-ocorre-durante-a-apuracao-das-escolas-de-samba-de-sao-paulo.htm

Finalmente, apesar de, no Rio, ser portelense, torço pela São Clemente também, mais tarde no dia de hoje.

Desfile lindo, tema interessante e com dois detalhes que não me escaparam: um carro da diversidade no meio do desfile (aliás, linda a campanha Carnaval sem Homofobia no Rio) e uma expressão patentemente gay na letra do samba-enredo:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=9uQrhie3_BE

"Tem bububu no bobobó", e o desfile da São Clemente não foi "uó".

Ok, vocês não sabiam que eu gostava de samba... Pois é, heheheh...

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